segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Meninos do Restart curtem show de Michel Teló no Rio



Será que Pe Lanza, Pe Lu, Thomas e Koba dançaram Aí Se Eu Te Pego?

O sucesso do Michel Teló ultrapassou todas as barreiras. A música Aí Se Eu Te Pego quebrou recordes no mundo todo e conquistou todo tipo de público. Até os meninos do Restart foram curtir um show do cantor.
Pe Lanza, Pe Lu, Thomas e Koba aproveitaram a viagem para o Rio de Janeiro para prestigiar a festa do sertanejo.

Pe Lu fez questão de elogiar Teló em seu perfil no Twitter.

- Noite fechada bem! O @micheltelo mandou DEMAIS! Bonito de ver.


Thomas cai no samba em ensaio técnico da Mancha Verde


Baterista de uma das bandas de pop rock mais aclamadas pelos adolescentes do País, Thomas, do Restart, se jogou no samba da Mancha Verde no ensaio técnico da escola de samba paulista neste domingo (12), no Anhembi.

O garoto levou alguns amigos e mostrou empolgação na avenida. A musa da agremiação Juju Salimeni dançou à frente da bateria. (DF)

sábado, 4 de fevereiro de 2012

ISSO É UMA PUTA FALTA DE SACANAGEM.



Esse é o momento em que a produção do Tv Fama + Equipe do Jornal Extra, abre uma garrafa de espumante para comemorar. Satisfeitíssimos, fizeram o trabalho certo! Conseguiram de alguma forma, estragar o dia do meu ídolo, conseguiram fazer ele querer sumir, conseguiram deixar ele mais magoado ainda com o mundo, mas tudo bem, tudo que vai, volta. Estão satisfeitos né? Cumpriram a missão da vida de vocês que é a cada dia conseguir destruir o dia de algum artista famoso. Deve ser realmente muito gratificante pra vocês, mas quero que saibam de uma coisa: Todo o mal que vocês provocam, toda a ira que vocês causam, toda a mentira que vocês criam, um dia há de voltar contra vocês próprios. Deus é justo!

É inacreditável essa fome que vocês tem de destruir o bom humor do meu ídolo de alguma forma, parece até que só enxergam a Restart como Pedro Lanza e nada mais. E de certa forma, "graças a Deus", porque eu não suportaria vocês caírem encima dos outros 3. Com um só já me dói muito o peito, se vocês fazem isso com todos eles, seria demais pra mim.

Pena é que eu não posso fazer nada pra mudar, vocês estão no controle da mente dos ignorantes e o que vocês falarem, eles irão aplaudir fielmente.

É isso aí Brasil, é isso aí.

Parabéns por mais uma vez, a FALTA de RESPEITO E PRIVACIDADE vencer!

 

 

 

Neymar e outros artistas apoiam Pe Lanza após pedrada

A pedrada que o vocalista da banda Restart levou durante um show neste fim de semana deixou artistas indignados com o ocorrido. O jogador Neymar deu sua opinião no Twitter.

- Sacanagem o que fizeram com o @pelanzarestart. Esse cara quer aparecer. E outra: o que ele foi fazer lá? Vacilão!

Tatá Werneck, do Comédia MTV (MTV) também não gostou do susto que o músico passou.
- Da próxima vez manda me chamar!

Paulinho Serra, que é do mesmo programa de Tatá, postou uma frase que vários fãs com certeza concordam.

- Só jogam pedra em árvore que dá fruto.

Koba, guitarrista do Restart, reforçou que o show foi ótimo e que nada vai estragar este momento.

- Não é um cara que não tem respeito pelos outros que fez isso mudar [a apresentação ser maravilhosa]!
Pe Lu, que também está se recuperando de um problema de saúde, deu força para o amigo e companheiro de grupo.

- Boa tarde, mundo!!! Eu me recupero e quem se machuca é meu irmão @pelanzarestart. Pedrinha derruba, não, rapa! Pra cima deles!

Já Leni Lanza, mãe de Pe Lanza, acalmou os fãs e agradeceu pelo apoio e pelas mensagens de carinho.
- Boa tarde! Tudo mais calmo agora. O Pe em casa se recuperando, mas nada de "pronto pra outra", hein? Vocês são demais! Muito obrigada!

O tempo passou mas as pessoas não parecem ter esquecido da pegação entre Pe Lanza, vocalista da banda Restart, e a modelo Ellen Jabour, catorze anos mais velha que ele.

Em entrevista exclusiva ao programa Domingo Espetacular (Record), o cantor contou que tudo não passou de uma vontade recíproca dos dois e que tanto ele, quando Ellen, não deviam nada a ninguém.

- O que rolou, rolou. Foi uma coisa momentânea. A gente sentiu vontade de fazer aquilo e não deviamos nada a ninguém. Não estávamos matando.


Os outros integrantes da banda concordaram com Pe Lanza.

- O amor não tem idade e nem tamanho.

E as polêmicas já fazem parte da carreira dos quatro jovens paulistas.

A mais recente aconteceu no domingo (15), em Rio das Ostras, no litoral do Rio de Janeiro, quando uma pedra foi jogada da platéia e atingiu a cabeça de Pe Lanza.

Em uma nota oficial, a prefeitura de Rio das Ostras, lamentou a agressão e disse que esse tipo de incidente nunca havia acontecido na cidade.

Segundo a administração do show, uma pessoa da plateia atirou uma pequena pedra no cantor, que teve um corte na cabeça. Após a pedrada, o show foi encerrado.

Depois de deixar o palco, Pe Lanza foi atendido na ambulância pela equipe de resgate e encaminhado ao pronto-socorro, onde levou dois pontos na cabeça. Depois de passar por um exame de raios-X, o cantor acabou sendo liberado.


CPM 22, Restart e NX Zero fazem show gratuito na praia

A praia de Maresias, em São Paulo, está sendo palco de diversas atrações promovidas pela Mix tv em parceria com a MIX FM. Na programação, que começou em 08 de janeiro e segue até o dia 12 de fevereiro, as bandas Restart, CW7, Tihuana, NX Zero e CPM 22 apresentam os seus sucessos (a programação segue abaixo).
Os shows acontecem em formato acústico e o público pode acompanhar os sucessos dos grupos ao vivo na “Arena da Mix”, praia de Maresias, e também através dos flashes na rádio MIX FM, pelo site www.mixtv.com.br ou conferindo posteriormente na programação da Mix tv.

No dia 15/01 quem sobre ao palco da arena é o CW7. O quarteto curitibano, formado por Mia Wicthoff (voz e piano), Pipo Witchoff (guitarra), Léo Wicthoff (baixo) e Paulo Wicthoff (bateria), vai tocar os sucessos “Me Acorde pra Vida”, “Será Você”, “Tudo que Eu Sinto” e outras músicas do álbum “CW7”, além de uma versão com a cara do CW7 de “Rolling In The Deep”, de Adele.
“ARENA DA MIX”
Endereço: Av. Francisco Loup (próximo ao canal 4, Maresias)
Informações: 11 3253 4000
Valor do ingresso: gratuito
SHOWS:

CW7
Data: 15/01
Horário: 16h

TIHUANA
Data: 22/01
Horário: 16h

NX ZERO
Data: 29/01
Horário: 16h

RESTART
Data: 05/02
Horário: 16h

CPM 22
Data: 12/02
Horário: 16h

Todos podem fazer música



Pe Lanza, da banda Restart, levou uma pedrada na cabeça, em um show na cidade de Rio das Ostras, Rio de Janeiro, no último domingo (15). Seja quem for o infeliz, que talvez tenha pensado que estava fazendo “justiça” por causa do “pseudo-rock” do Restart ou simplesmente respondendo à música “ruim” deles, indignou muita gente.

Pe Lanza, da banda Restart, levou uma pedrada na cabeça, em um show na cidade de Rio das Ostras, Rio de Janeiro, no último domingo (15). Seja quem for o infeliz, que talvez tenha pensado que estava fazendo “justiça” por causa do “pseudo-rock” do Restart ou simplesmente respondendo à música “ruim” deles, indignou muita gente. Não se sabe quem era o agressor, talvez melhor nem saber; provavelmente é um desses meninos que não conseguem arrumar namorada.

Legal a atitude de Pe Lanza que, em vez de ficar choramingando para a imprensa como muitos artistas fazem porque foi vítima disso e daquilo, partiu logo com a banda para Argentina, e bola pra frente. Cara inteligente, não deu retorno – sabemos que toda agressão espera um retorno –, deve ter doído muito mais no agressor, porque a indiferença dói mais, e pior: continua um mero desconhecido.

Pois é, o Restart, que quase sempre é retratado pela imprensa e público “cabeça” como uma banda de guris, continuou o show depois da agressão – isso que é profissionalismo -, numa atitude que muitos “roqueiros” não têm. E quando agredidos ficam pagando pau em cima do palco, ameaçam abandonar o show e acaba que o público tem que agüentar discursos cansativos, para não dizer lamuriantes.

O Restart foi incluído dentro daquilo que se convencionou chamar de Happy Rock, Coloridos, “rock bonzinho”; um tipo de som condenado por muitos, pela falta de atitude, letras bobas, refrões grudentos, e por ai vai… Mas então o que seria “rock do contra”? Encher o corpo de tatuagem e piercing e fazer cara de insatisfeito em shows e vídeos? Participar todo ano do VMB Brasil que mais parece festa da revista Caras versão pop rock? Ou bandas que tocam em festivais como Hollywood Rock? Sempre bom lembrar quando Neil Young (um “velho”) recusou a tocar no Hollywood Rock porque não queria associar sua imagem à marca de cigarro – bem diferente de uma Pitty que aceita fazer fotos sensuais para uma revista e depois esta mesma moça acha ruim fãs empolgados chamarem-na de “gostosa” no último Rock in Rio.

Cine, Replace, Hevo 84, Restart é rock sim, se entendermos por rock ir contra o establishment. Afinal, não agradam a “elite” do rock, críticos cinqüentões metidos a besta; músicos em decadência, que não lançam um álbum decente há anos, e vivem hoje apenas da arrogância e glórias do passado, e pais que acham que seus filhos deveriam ouvir Led Zeppelin, porque a cabeça deles ainda está lá nos anos 70.

Sex Pistols, Velvet Underground, os primeiros grupos de Black/Trash Metal, por exemplo, já foram considerados lixos pelos críticos e roqueiros na época às quais surgiram e só mais tarde reconhecidos como inovadores. Nunca sabemos o que as novas gerações irão curtir e idolatrar, e o que a mídia vai nos sugerir o que é bom ou não de se ouvir.

Bill Haley, Chuck Berry, Little Richard, músicos da primeira leva do rock, quando não faziam letras celebrando o incipiente Rock´n´Roll, falavam do dia a dia dos adolescentes; o rock só tornar-se-ia mais “cabeça” com Bob Dylan, quando eletrificou sua música. Os Beatles, por exemplo, até 1965 tinham um público formado por meninas entre 12 a 16 anos e as letras variavam muito pouco, não fugindo do tipo garoto-encontra-garota.

Bandas como Blitz e Kid Abelha e os Abóboras Selvagens (já levaram tomatadas em shows) foram chamados de “rock” nos anos 80. Por que essas bandas não poderiam estar dentro dessa categoria “Happy Rock”? Blitz tinha visual colorido e as letras falavam de festas, relacionamentos, vida na praia, etc. Tudo bem que eram bem melhores, mas contrastavam com o rock mais visceral das bandas que surgiam como Plebe Rude e Ethiopia. Portanto, não podemos negar que era um rock mais alegre.
A questão não é defender Restart, Michel Teló ou achar que rock do “contra” é o som pesadão do Matanza, o certo é que todo mundo tem o direito de fazer música. Quanto a gostar ou não, a escolha é sempre nossa. Existem milhões de bandas para se ouvir, portanto, para que perder tempo em falar mal ou agredir literalmente as que não gostamos?